PAAF de tireóide – O primeiro terror (?)

Oiê!

De imediato, sim. Saber que precisariam colocar uma agulha no meu pescoço me deixou bastante apreensiva. A endocrinologista fez algumas indicações de especialistas, mas optei por seguir a de minha mãe, que já tinha passado por um procedimento semelhante e tinha ficado satisfeita com o tratamento recebido.

Liguei para a AFAC, no Canela, e agendei o procedimento com o Dr. Álvaro Silva (guarde bem esse nome! Espero que você nunca precise, mas se for o caso…). No dia marcado, cheguei com antecedência e fiquei aguardando a minha vez. Durante esse período de espera, dá medo, a pessoa fica tensa, pensa em fugir para as colinas, mas no fim de tudo é chamada e “obrigada” a entrar na sala da consulta.  Por ser a última paciente e do dia, imaginei que encontraria um profissional doido pra ir embora e meio carrancudo, mas ele foi super simpático e me fez rir consideravelmente antes da agulhada. Ele tem mãos abençoadas, pois não senti muita dor e o desconforto foi o mínimo possível – e isso pq não tive anestesia!

Na hora, a dor é comparável com a de um exame de sangue. O que incomoda mesmo é a movimentação da agulha, pois é preciso aspirar várias partes do nódulo para ter maior precisão no diagnóstico. O procedimento completo não levou nem cinco minutos e no final ganhei um curativo decorativo.

A foto está péssima, mas a intenção foi boa

No mesmo dia e no dia seguinte, senti a área um pouco dolorida, tanto por fora, quanto por dentro, como se tivesse com a garganta prestes a inflamar. Fora isso, tudo normal.

Nota: o atendimento na AFAC é realmente demorado: a punção estava marcada para 17h e só fui ser atendida após às 18h, quando já não tinha mais ninguém na sala de espera, mas acredito que valeu a pena. Nada como passar de boas por essa! : )

Recomendo: AFAC – PAAF de tireóide em Salvador

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