A cura pela energia positiva

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Não tenho religião definida e alterno entre a crença e a descrença na vida após a morte, reencarnação e afins (mas tenho medo de aparições de espíritos. Vai entender!). Pesco um pouco de cada coisa e vou vivendo, acreditando que não devo fazer o mal e nem desejar o mal de ninguém, sob pena de receber tudo de volta, triplicado, num dia de chuva. Também procuro ter pensamento e atitudes positivas, mesmo que de vez em quando:

a) soe meio idiota
b) meu humor não colabore
c) todas as anteriores
d) N.D.A

Fiz essa introdução para chegar à pergunta que mais ouvi/li de amigos e conhecidos ao longo das semanas: “vc acredita em (insira aqui o nome de qualquer ritual ou prática)?”. E a resposta, repito: não tenho religião, mas acredito em tudo que possa trazer coisas boas. “Tudo que vier eu topo. Tudo que vier, vem bem”, já diziam Kleiton e Kledir. ♪♫

Espalhar o segredo trouxe um resultado mega-positivo. Em primeiro lugar, tirou um peso estranho e inexplicável que eu vinha sentindo. Em segundo lugar, foi ótimo receber mensagens de apoio (e de gente que eu nem esperava). Pode parecer besteira, mas ajuda muito! E o terceiro e talvez mais importante motivo: a boa vontade das pessoas.

Minha mãe comprou florais de Bach. Não vou citar todos os nomes, pois alguns podem não gostar, mas me foram sugeridos: cura à distância com Reiki, visitas a um centro espírita e messiânico, consulta com astróloga e tratamentos com aloe vera. Também ouvi muitas histórias do tipo “tenho uma amiga/conheço uma pessoa que teve* e hoje está bem” ou “tive tal coisa e sei como vc se sente”. É muita gente querendo ajudar e muitas vibrações positivas que acabam levando a gente lá pra cima (em cima, em cima, em cima… já dizia o Naldo. Ai, como eu tô musical! ♪♫ )! E é assim que tem que ser, né?

*Até então, me sentia “injustiçada”. Na academia, por duas vezes me peguei pensando coisas do tipo “seu idiota, vc está aí, fazendo quatro séries e usando esse aparelho para produzir músculos. Não é justo! Sai daí logo e me deixe fazer as minhas duas pq EU PRECISO estar com o corpo preparado” ou “você sabia que existem coisas mais importantes que malhar o bíceps? Vaza daí que EU PRECISO usar!”. Mas esse pensamento, além de ser um auto-sabotador, não era verdadeiro, uma vez que me sinto absolutamente normal. Se vitimizar é a pior coisa: dá espaço pro baixo astral se instalar e aí a doença toma conta mesmo. 

Lição para a vida: pare de pensar besteiras do tipo “não quero que as pessoas sintam pena de mim”. Se sentirem, vc não vai saber, mesmo… Eu já pensei assim e vi que o fardo fica muuito mais pesado. Se não for exposição demais para o seu coraçãozinho, divida a história com as pessoas. Ela pode ajudar ou inspirar alguém. : )

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