O dia em que chorei por não poder ir ao rodízio

A gordice, assim como a zoeira, não tem limites.

Já contei o final da estória no título do post, mas para quem quiser saber como cheguei a este ponto, senta lá, Cláudia aí.

Tem uma frase da Julia Child que gosto muito. É essa logo abaixo.

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Em bom português, quer dizer: “pessoas que amam comer são sempre as melhores pessoas”.
[Pausa para a dica de filme: Julie & Julia, baseado em duas histórias reais e MUITO legal, leve e divertido. Clique AQUI para conferir o trailer]

Eu me acho uma dessas pessoas. Não gosto de comer um monte de coisas: polvo, mariscos, sushis e sashimis, uma infinidade de verduras e por aí vai. Mas se me aparecerem com “comida do mal”, pizza, pastel, bolinho de charque (ou de queijo, ou dos dois), coxinha, churrasco, feijoada e doces em geral, aí sai da frente. E integro o grupo daqueles que acham que poucas coisas são tão boas quanto saciar aquela fome específica que aparece de vez em quando. Ou que tá com “vontade de salgado” e, logo em seguida, tem a “vontade de doce”. Ou que tem um compartimento secreto no estômago reservado para as sobremesas. Enfim… são vários os exemplos.

E aí que precisei entrar na dieta sem iodo para fazer a cintilografia da tireoide. As restrições alimentares são muitas e incluem: parar de comer fora (já é muito) e, dentro de casa, tenho mais uma série de restrições. Não vou me alongar nesse assunto por enquanto, ele merece uma postagem exclusiva. Basta dizer que eu estava contando os dias para amanhã, sexta-feira, quando faria a última etapa do exame e estaria liberada para comer o que quisesse. Sério… eu me imaginava saindo da clínica e fazendo o Patrick.

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Já tinha até a programação pronta: sábado, rodízio de carne. Domingo, moqueca de camarão. Uh! Que felicidade, né? Pois é. Aí precisei ligar pra clínica pra tirar uma dúvida e… surpresaaaa! Ouvi: “O iodo não chegou e precisamos adiar seu exame pra terça e quarta-feira da semana que vem”. Ou seja: mais uma semana de dieta.

E depois? Entrou a trilha sonora da Maysa:

O resto já dá pra saber. Derrubei duas dúzias de lágrimas pensando no rodízio de sábado (nada de choro de novela… pfvr, né… vamos manter a dignidade). =…(

Para não deixar esse episódio com tanta cara de gordice, uma explicação: estou sem fazer reposição hormonal e vou jogar a culpa de todas as coisas nisso. Sensibilidade fora do comum, inchaço, humor oscilante, frio. Agora tudo é culpa da tireoide, não me julguem! :)

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3 respostas em “O dia em que chorei por não poder ir ao rodízio

  1. Poxa, Savs! Que chato! Logo você, super companheira na comilança, que me ensinou o verdadeiro significado da comida do mal (filosofia de vida, né?)… Um mega absurdo! Se a clínica adiar o exame de novo me chama pra gente fazer protesto lá na porta, viu? Bjo!

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